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terça-feira, 28 de junho de 2011

Chicago - Day 1

Apelidada de "Windy City", "The City of Big Sholders" ou "Second City", a cidade de Chicago é conhecida pelas histórias de Al Capone, pela  música Blues, pela sua costa, proporcionada pelo Lago Michigan que mais parece um oceano, pelas suas "estradas" de água onde os barcos passeiam os turistas...
Em Chicago não há espaço para dietas. Sendo uma cidade de gente trabalhadora, daí o termo "Big Shoulders", come-se bem e em grandes doses! Em 1871, Chicago foi devastada por um incêndio que destruiu quase toda a cidade. Houve quem dissesse que nunca se ia reerguer. Mas a verdade é que, graças ao trabalho árduo de homens fortes, muitos deles imigrantes, Chicago renasceu das cinzas em poucos anos e tornou-se um marco arquitectural, com arranha-céus que desafiam as leis da gravidade.
Por lá vê-se mais obesidade, mais pobreza, menos polícia, é mais fácil perdermo-nos porque as ruas não têm números, como aqui em Nova Iorque. Chicago, a meu ver, é uma cidade americana mais genuína, com menos estrangeiros, as pessoas não andam tão apressadas e são mais afáveis. Foram várias as vezes em que nos perguntaram se precisávamos de ajuda, se estávamos perdidos.
Como só íamos estar lá três dias, optámos por comprar o City Pass, que inclui a entrada em cinco sítios diferentes, daqueles mais visitados e turísticos. No primeiro dia decidimos ir ao Shedd Aquarium. Como não tínhamos noção das distâncias, fomos a pé, o que foi bom porque deu para conhecer logo um pouco da cidade, mas acabámos por demorar quase duas horas a chegar ao destino, não só porque era longe mas também porque estávamos sempre a parar para ver tudo.
O Aquário é uma delícia! Tem espécies aquáticas que nunca mais acabam, um pequeno filme, um espectáculo com baleias belugas e um leão marinho, um terraço com uma vista fantástica... Enfim, é muito fácil perdermos noção do tempo lá dentro. Quando saímos, os restantes museus já estavam a fechar. Sim, porque em Chicago os museus fecham entre as cinco e seis da tarde! 
Optámos por ir à Willis Tower, a mais alta de Chicago e dos EUA. Quando foi construída era o maior edifício do mundo, superando até as Torres Gémeas de Nova Iorque, e assim se manteve durante 25 anos, até terem surgido as Petronas Towers, em Kuala Lumpur. 
Pelo caminho, passámos pelo Grant Park, onde estava a decorrer o "Taste of Chicago", uma feira gastronómica, e pelo Millennium Park, onde está o famoso feijão gigante espelhado. A obra chama-se Cloud Gate e é da autoria de Anish Kapoor.
Quanto à Willis Towers, apesar de ser o edifício mais alto de Chicago, posso garantir-vos que não tem a melhor vista da cidade... No entanto, tem outra coisa interessante: umas espécies de varandas em vidro onde parece que estamos a pairar no ar, já que conseguimos ver o chão por baixo dos nossos pés. É uma experiência engraçada, mas pouco recomendável para quem tiver problemas com alturas!
Foi na Willis Tower que a bateria da minha máquina fotográfica decidiu morrer! Eu, descansadinha da vida, a pensar que tinha a outra bateria na mala, comecei a tirar tudo lá de dentro, apenas para chegar à conclusão de que a tinha deixado no hotel... 
Nessa noite, fomos jantar ao Lou Malnati's, o restaurante com as melhores "deep-dish pizza", segundo os próprios 'Chicaguenses', pelo menos foi o que li numa reportagem. Quanto a fotos da pizza, não há... Ou melhor, há, mas estão na máquina do meu Mr. Big e ele ainda não mas enviou.
Confesso que não fiquei fã da "deep-dish pizza". A massa é mais alta e com abas, fazendo lembrar uma quiche com recheio de polpa de tomate, queijo e carne. Continuoa preferir as pizzas do Lombardi's aqui em Nova Iorque, as melhores do mundo!
Chegámos a Chicago quinta-feira à noite. Como já era tarde, não deu para fazer grande coisa. Já nem os restaurantes estavam abertos, por isso acabámos por ir para o hotel, até porque queríamos acordar cedo no dia seguinte.
Nem de propósito, a revista do avião trazia uma reportagem bem interessante sobre Chicago e ainda tirámos algumas ideias de lá sobre sítios a não perder.
Ah... O pequeno-almoço do hotel! Como não tínhamos jantado, acordámos cheios de fome!
E depois da frutinha com cereais e iogurte, não resisti a esta tentação! Um belo cinnamon roll com o café!
Um dos muitos sítios por onde passámos a caminho do Shedd Aquarium.
O Shedd Aquarium! Neste momento tem uma exposição temporária sobre alforrecas! Sei de uma certa pessoa que teria pesadelos depois de ver esta exposição... Não é Irina?
E a longa fila para comprar bilhetes! A nossa sorte é que tínhamos o City Pass, e pudemos passar à frente desta gente toda! Eh eh... Só por isso, já vale a pena comprar o City Pass!
Uma rã minúscula azul e venenosa!
Uma rã minúscula amarela!
Estrela do mar!
O Nemo!
Uma iguana sorridente!
É quando estamos rodeados por aquários infestados de tubarões que desejamos que não haja um terramoto capaz de partir os vidros!
Com água a toda a volta!
Almocinho na cantina do Shedd Aquarium. Sopa de tomate que sabia a polpa de tomate com ervinhas misturadas...
E um panini de legumes que até nem estava mau!
Em Chicago, tudo leva um pepino pickle a acompanhar!
O mundo das alforrecas!
Alforrecas para todos os gostos!
Mais alforrecas!
Estas alforrecas fazem de conta que são ervinhas para apanhar as suas vítimas!  
Estas acumulavam-se num aquário por cima das nossas cabeças!
Também há alforrecas gigantes! Esta é apenas uma recriação, mas elas existem mesmo!
As crianças adoram o Shedd Aquarium! Porque será?!
Hora de alimentar os pinguins!
Uma baleia beluga!
O espectáculo das belugas, uma delas a dar banho à tratadora!
Este leão marinho tinha um cheirinho a peixe que era de cair para o lado!
Um mergulhador dentro do aquário!
Depois de sairmos do Shedd Aquarium encontrámos uma feira gastronómica no Grant Park! A sorte é que tínhamos almoçado há pouco tempo!
Barraquinhas de comida e muita gente a experimentar os sabores de Chicago!
Esta barraquinha pertencia ao BJ's Market... BJ's?! Seriously?! Lindo!
Que bem que se estava neste relvado do Millennium Park...
Se dúvidas restassem...
The Bean, como é conhecido!
Mary em versão "Mrs. Bean"!
O El lá ao fundo, que é como quem diz, o "Elevated Train". 
A chegar à Willis Tower.
É tão alta que quase não cabe na foto!
A altura da Willis Tower é equivalente a 283 Barack Obamas.
A última foto que tirei no 1º dia...
Depois a bateria foi-se! Shame on me!!!

3 comentários:

Pipita de Chocolate disse...

Mary adorei o post e as fotos!!! Fizéste uma óptima visita guiada :)

Bjs

Luisinha disse...

Parece muito bonito mesmo!!!
Bjinhos

Alexandra disse...

Adorei...
Fiquei ainda com mais vontade de visitar Chicago... OMG ;)

Vai reportando...

beijinho