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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Real New York

Nova Iorque pura e crua, com as saídas de ar a deitar fumo, os
Yellow Cabs e as vendas de árvores de Natal que trazem à cidade o invulgar cheiro a natureza. 
Que saudades que eu tinha disto!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

11 de Setembro

Apesar de não escrever aqui no aMARYcan LIFE há já vários meses, hoje quis assinalar a data.
Já passaram 14 anos, mas lembro-me do dia 11 de Setembro de 2001 como se fosse ontem.
Julgo que todos nós nos lembramos...
Eu estava no Feira Nova (agora Fórum Sintra) quando passei por uma loja da Singer e todas as TV's estavam a transmitir as imagens do atentado, em directo.
E tu? 
O que é que estavas a fazer no 11 de Setembro?
Foto tirada em 2011.


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Pigmeu, o restaurante especialista em carne de porco

Aviso: Este post vai interessar apenas aos apreciadores de carne de porco.
Eu, como sou apreciadora de qualquer iguaria que me saiba bem, não descarto esta chichinha suculenta. 
Por isso, se quiserem uma bela sandocha de carne de porco, vão ao Pigmeu! 
Este restaurante, que abriu recentemente em Campo de Ourique, tem como lema "De tudo um porco", fazendo jus ao seu nome e ementa.
E tenho a acrescentar que me deliciei com uma maravilhosa sandes de cachaço! 
Também pedimos uma de lombo, mas o problema é que esta carne é muito seca e não resulta tão bem no pão. 
Ficaram muitas mais sandochas por provar... Como tal, este é um daqueles restaurantes que vou, certamente, repetir!







Go Juu, um japonês ao nível do antigo Aya

Já fazia falta em Lisboa um sushi daquele bom, fresquinho, bem servido, ao género do que se comia no Aya ali das Torres Gémeas. 
Claro que há muitos restaurantes de sushi na capital, e bons. Mas este novo Go Juu surpreendeu-me e, na minha opinião, supera os restantes. 
Fica ali bem pertinho da Gulbenkian e da padaria Pão Nosso, na rua Marquês Sá da Bandeira, 46.
Já lá fomos umas quantas vezes e a qualidade é sempre elevada. 
O peixe é fresco e delicioso.
Ao jantar, há menu degustação com a opção de acompanhar com diferentes sakes, de acordo com cada prato servido ao longo da refeição. 
A decoração também está bem conseguida.
O serviço oscila entre o muito bom e o esquecimento total. Por exemplo, acontece-nos frequentemente esquecerem-se de trazer as bebidas... É, provavelmente, o único ponto menos positivo do Go Juu.
Ainda assim, vale a pena experimentar!








100 Montaditos (finalmente) em Lisboa

Já abriu há umas quantas semanas e eu continuo maravilhada com o facto de termos o 100 Montaditos em Lisboa.
Que boas lembranças tenho eu de Sevilha com o seu escaldante Agosto e de procurar consolo no ar condicionado e nas cañas dos 100 Montaditos. Foram dias bem divertidos.
Agora, com a chegada desta cervejaria a Lisboa, os meus passeios pelo Príncipe Real ganharam uma nova motivação. Gosto de lá ir beber uma imperial e comer um montadido, ou dois. Não é o tipo de sitio onde vá para almoçar ou jantar, mas sabe-me bem aquele aconchego no estômago que me dá um pãozinho com qualquer coisa. 
Sim, porque para quem ainda não conhece, os montaditos são pequenas sandes, e no total há 100 diferentes à escolha, daí a origem do nome.
Por isso, todas as desculpas são boas para ir dar uma voltinha ao Príncipe Real, sempre com o objectivo de passar pelo 100 Montadidos e repor energias!



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A Cevicheria

Este é, provavelmente, um dos restaurantes mais badalados dos últimos tempos.
O ceviche virou moda em Lisboa e de repente toda a gente quer ir à Cevicheria, no Principe Real.
E, como trendy restaurant que se preze, não aceita reservas!
Para ajudar à festa, o espaço é mínimo e deve ter cerca de 30 lugares sentados, contando com o balcão.
Ou seja, se lá quiserem ir, ou vão muito cedo, logo quando abre (julgo que é às 19h), ou preparem-se para esperar e desesperar, na rua e ao frio. O pior é que correm o risco de vos darem uma previsão de tempo de espera totalmente errada.
Nós fomos com um casal amigo e chegámos a porta às 20h30. Disseram-nos que a espera seria de meia hora. Pensámos: "meia hora? OK, esperamos". Meia hora depois, nada... Fomos falar com o "porteiro", que nos disse mais quinze minutos. Quinze minutos volvidos, disse-nos o mesmo... Aí deu discussão, educada, mas ainda assim discussão. Mais cinco minutos e lá tivemos mesa.
O serviço é desorganizado, o que talvez explique não conseguirem dar resposta a meia dúzia de mesas, apesar de os empregados serem quase tantos como os clientes.
Optamos pelo menu degustação, que para nossa surpresa continha apenas um prato de ceviche.
Honestamente, este é um daqueles restaurantes que não pretendo repetir.
Também se pode dar o caso de termos tido muito azar na noite em que lá fomos.
Mas, pelo sim pelo não, da próxima vez que me apetecer ceviche desço até à Baixa e vou ao Qosqo, na Rua dos Bacalhoeiros. Aí sim, serviço 5 estrelas e comidinha peruana da boa!