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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Go Juu, um japonês ao nível do antigo Aya

Já fazia falta em Lisboa um sushi daquele bom, fresquinho, bem servido, ao género do que se comia no Aya ali das Torres Gémeas. 
Claro que há muitos restaurantes de sushi na capital, e bons. Mas este novo Go Juu surpreendeu-me e, na minha opinião, supera os restantes. 
Fica ali bem pertinho da Gulbenkian e da padaria Pão Nosso, na rua Marquês Sá da Bandeira, 46.
Já lá fomos umas quantas vezes e a qualidade é sempre elevada. 
O peixe é fresco e delicioso.
Ao jantar, há menu degustação com a opção de acompanhar com diferentes sakes, de acordo com cada prato servido ao longo da refeição. 
A decoração também está bem conseguida.
O serviço oscila entre o muito bom e o esquecimento total. Por exemplo, acontece-nos frequentemente esquecerem-se de trazer as bebidas... É, provavelmente, o único ponto menos positivo do Go Juu.
Ainda assim, vale a pena experimentar!








100 Montaditos (finalmente) em Lisboa

Já abriu há umas quantas semanas e eu continuo maravilhada com o facto de termos o 100 Montaditos em Lisboa.
Que boas lembranças tenho eu de Sevilha com o seu escaldante Agosto e de procurar consolo no ar condicionado e nas cañas dos 100 Montaditos. Foram dias bem divertidos.
Agora, com a chegada desta cervejaria a Lisboa, os meus passeios pelo Príncipe Real ganharam uma nova motivação. Gosto de lá ir beber uma imperial e comer um montadido, ou dois. Não é o tipo de sitio onde vá para almoçar ou jantar, mas sabe-me bem aquele aconchego no estômago que me dá um pãozinho com qualquer coisa. 
Sim, porque para quem ainda não conhece, os montaditos são pequenas sandes, e no total há 100 diferentes à escolha, daí a origem do nome.
Por isso, todas as desculpas são boas para ir dar uma voltinha ao Príncipe Real, sempre com o objectivo de passar pelo 100 Montadidos e repor energias!



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A Cevicheria

Este é, provavelmente, um dos restaurantes mais badalados dos últimos tempos.
O ceviche virou moda em Lisboa e de repente toda a gente quer ir à Cevicheria, no Principe Real.
E, como trendy restaurant que se preze, não aceita reservas!
Para ajudar à festa, o espaço é mínimo e deve ter cerca de 30 lugares sentados, contando com o balcão.
Ou seja, se lá quiserem ir, ou vão muito cedo, logo quando abre (julgo que é às 19h), ou preparem-se para esperar e desesperar, na rua e ao frio. O pior é que correm o risco de vos darem uma previsão de tempo de espera totalmente errada.
Nós fomos com um casal amigo e chegámos a porta às 20h30. Disseram-nos que a espera seria de meia hora. Pensámos: "meia hora? OK, esperamos". Meia hora depois, nada... Fomos falar com o "porteiro", que nos disse mais quinze minutos. Quinze minutos volvidos, disse-nos o mesmo... Aí deu discussão, educada, mas ainda assim discussão. Mais cinco minutos e lá tivemos mesa.
O serviço é desorganizado, o que talvez explique não conseguirem dar resposta a meia dúzia de mesas, apesar de os empregados serem quase tantos como os clientes.
Optamos pelo menu degustação, que para nossa surpresa continha apenas um prato de ceviche.
Honestamente, este é um daqueles restaurantes que não pretendo repetir.
Também se pode dar o caso de termos tido muito azar na noite em que lá fomos.
Mas, pelo sim pelo não, da próxima vez que me apetecer ceviche desço até à Baixa e vou ao Qosqo, na Rua dos Bacalhoeiros. Aí sim, serviço 5 estrelas e comidinha peruana da boa!







quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

By the Wine

O By the Wine abriu no Chiado, mais concretamente na Rua das Flores, e anda nas bocas do mundo.
Já apareceu em tudo o que é programa de televisão, jornal e revista graças à criatividade do decorador que idealizou aquele tecto forrado a garrafas de vinho.
Sim, são muitas e muitas garrafas verdes alinhadas por ali acima.
O resultado é, de facto, digno de admiração.
Como o próprio nome indica, o espaço serve vinhos e funciona como bar ou wine store.
Para acompanhar um bom copo ou garrafa há uma carta de petiscos onde não faltam queijos, enchidos, pregos e até ostras.
Está-se muito bem por lá!
E no final, podem sempre comprar umas garrafinhas de vinho e levar para casa!
Mais um ponto a favor: abre aos domingos!




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Taqueria Pistola y Corazon

Trago-vos mais um sítio da moda - a Taqueria Pistola y Corazon - ali para os lados do Cais do Sodré.
Fomos lá jantar no fim-de-semana e, claro, estava cheio.
Como ainda não estávamos com muita fome, optámos por ficar e esperar por mesa.
Agora também surgiu uma nova "tendência": os restaurantes que não aceitam reservas.
Na Taqueria, a opção é escrever o nome e o número de pessoas num cartaz junto à porta e esperar que os nomes acima do nosso vão sendo riscados até chegar a nossa vez de sentar. 
Uma vez à mesa, o serviço é rápido e simpático. 
O menu é simples, mas com opções suficientes para agradar a todos, ja que também há opções vegetarianas. E os pratos são bastante baratos, tendo em conta que os restaurantes mexicanos são sempre estupidamente caros!
Nós optámos pelos Tacos de frango, que eu só aconselho aos mais valentes porque é mesmo muito picante, e Tacos com carne de vaca. Cada dose traz 3 tacos.
Na minha opinião, o único defeito da ementa é mesmo ter apenas um prato com frango e que ainda por cima está carregado de piri-piri.
Para acompanhar, há cerveja, cocktails mexicanos e até uma espécie de batido feito com arroz doce.
A Taqueria fica na Rua da Boavista, 16.





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A Cachorraria Nacional

Lisboa anda uma verdadeira roda vida de espaços novos!
Começa a faltar-me tempo para descobri-los e explorá-los.
Mas vou tentando. E, por vezes, há surpresas mesmo boas!
Uma delas foi a Cachorraria Nacional, em Santos, bem pertinho da Assembleia da República. 
O meu Mr. Big ja queria lá ir desde que o espaço abriu portas, mas eu tenho uma certa aversão a "lugares da moda" porque estão sempre cheios. E a verdade é que de todas as vezes que passei pela Cachorraria Nacional vi verdadeiras multidões aglomeradas à entrada e na esplanada.
Mas, no sábado, por volta das seis da tarde, passámos por lá e estava muito calminho. 
Decidimos entrar para lanchar... Et voilà! 
Muitas mesas livres, apesar do espaço reduzido. 
O serviço é rápido e atencioso. E os cachorros… Ah… Os cachorros… Para lá de bons! Com uma apresentação muito catita, enormes, o pão torrado e cortado em pequenos pedaços, perfeitos para partilhar e petiscar! 
Muito, muito bom. E a decoração também esta muito gira, com as paredes todas desenhadas à mão com paisagens lisboetas.



Raffi's Bagels

Abriu em Campo de Ourique mais um estabelecimento-fenómeno. 
Trata-se de uma casa de bagels, a primeira que conheço em Lisboa. 
Há outros espaços com bagels no menu, como o Choupana ou o Noobai, mas não se dedicam exclusivamente a este tipo de sandes.
Em Nova Iorque tínhamos uma casa de bagels excepcional mesmo à porta do primeiro apartamento onde morámos, na 3rd Avenue. Eram tão bons, rápidos e eficientes que talvez tenha ficado mal habituada. Em menos de 2 minutos tínhamos um bagel personalizado e feito na hora. 
Já no Raffi's Bagels, a espera é longa e os clientes amontoam-se num espaço mínimo. Os bagels são bons, isso há que reconhecer, mas o serviço, ainda que simpático, podia ser melhor. 
Para ajudar, depois de esperarmos mais de 20 minutos só para fazer o pedido, esqueceram-se de fazer um dos bagels. Resultado, mais tempo perdido à espera do segundo bagel. 
Se calhar tivemos azar por ser sábado e uma da tarde. 
Pelo sim, pelo não, vou dar o benefício da dúvida e voltar lá, porque os bagels são bons! Mas da próxima vez vamos logo de manhã cedo para evitar  confusões!
Experimentámos o Manhattan, com queijo creme, frango e abacate e o Central Parque, com húmus e queijo cheddar, entre outras coisas. Se não gostarem de algum dos ingredientes podem pedir para trocar por outro. 
Aconselho uma visita, mas preparem-se! Estes sítios da moda exigem que uma pessoa se encha de paciência para esperar e não desesperar!