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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Chicago - Day 2

O nosso segundo dia em Chicago, sábado, foi super preenchido. Acordámos cedinho e metemo-nos no metro, a caminho do Field Museum of Natural History. É lá que está o maior e mais completo fóssil de um T-Rex, carinhosamente apelidado de Sue! Não faltam por lá animais embalsamados, uma ala egípcia, várias exposições temporárias, mas o que eu mais gostei e que fez a visita valer mesmo a pena foi a exposição sobre a evolução da espécies, desde a primeira célula até aos dias actuais, passando pelos dinossauros, primeiros mamíferos e seres humanos. Está muito interessante e ao longo desta ala há vários vídeos explicativos de todo o processo que vale mesmo a pena ver! No final, somos confrontados com a triste realidade de que estamos a destruir o nosso planeta. Fiquei chocada com o facto de que por dia, uma média de 82 espécies são extintas!
Depois de passarmos toda a manhã no Field Museum, à tarde fomos visitar o Planetário e confesso que esta foi a desilusão do fim-de-semana! Que flop! O pior é que podia ter optado por ir ver o Art Institute of Chicago, que tem uma colecção muito completa, com obras de Dalí, Matisse, Miró, Picasso, Pollock, e Andy Warhol. Mas pensei que o meu Mr. Big devia preferir ver planetas, já que estou sempre a puxá-lo para museus de Arte... Bem me arrependi! Até a salada que comi no Planetário me caiu mal! Provavelmente, porque vinha carregadinha de molho.
Como nos despachámos relativamente cedo do Planetário, decidimos ir fazer uma visita guiada de barco sobre a Arquitectura em Chicago. Deu para descansar um bocado e relaxar. Na minha opinião, Chicago é uma daquelas cidades em que vale a pena fazer um destes passeios porque há imensos canais. Esta é uma forma de ver os edifícios de uma perspectiva diferente ao mesmo tempo que aprendemos mais sobre a cidade em si. 
Quando saímos do barco já era hora de jantar e estávamos na dúvida sobre o que fazer. Acabámos por ir ao hotel mudar de roupa porque por aquelas bandas as noites são frescas! Fomos jantar ao Navy Pier, um porto para barcos que também é zona de entretenimento, com restaurantes, bares, lojas, uma roda gigante e mais alguns carroceis. Sabíamos que às 10 da noite ia haver um espectáculo de fogo de artifício e queríamos assistir. Escolhemos um restaurante que dizia ter peixe fresco e já nos estávamos a imaginar a comer um peixinho grelhado, quando nos deparamos com uma ementa de saladas, sandes, alguns mariscos e pouco mais! Tivemos de nos contentar com uns crab cakes de entrada, mais umas espetadinhas de camarão. Como não ficámos convencidos, ainda pedimos uma dose de camarões picantes e aí sim, encerrámos a loja. 
O fogo de artifício foi muito bom e tendo em conta esta amostra, imagino como será para a semana, no 4th of July! Estou super curiosa para ver o que é que o Macy's reservou para este ano!
Para acabarmos a noite em beleza, e já que estávamos em Chicago, fomos assistir a um concerto de blues na "House of Blues". Não sou fã do género e ao princípio as músicas pareciam-me todas iguais, mas depois lá entrei no espírito da coisa e acabei por gostar da experiência. O espaço em si também ajuda porque é bem engraçado. 
E assim se passou o sábado!
O metro a chegar.
Antes de chegarmos ao Museu ainda passámos por esta obra, um grande conjunto de  corpos grandes sem cabeça...
A entrada do Field Museum.
Dinosaur eats building!
A Sue! Tão fofinha que ela é...
O átrio do Field Museum.
E vocês? São "dog lovers" ou "cat lovers"?
Este bicho fofinho foi o último man-eater a ser capturado em África.
Os familiares dos gatos...
No meio de tanto animal embalsamado, descobri que as hienas afinal são da família dos gatos. Sempre pensei que pertencessem à família dos cães!
Lobos e afins, estes sim, da família dos cães.
Ursos, também da família dos cães.
A tal exposição sobre a evolução das espécies.
Nesta exposição não faltam fósseis, tanto de dinossauros, como de mamutes,  e até os ossos da Lucy lá estão! 
E vejam só quem eu também encontrei por lá!
Antes do meio dia, 21 espécies já haviam sido extintas!
A caminho do Planetário! Estes são os carrinhos típicos de Chicago!
Cá está o Planetário...
No Planetário está exposta a Gemini 12, uma navezinha minúscula pertencente ao programa espacial americano.

As nossas saladinhas, a minha tinha molho a mais!
Depois do Planetário fomos comprar os bilhetes para a visita de barco e deparámo-nos com este simpático carrinho a vender amêndoas com caramelo e canela... Aquilo soou-nos muito bem e claro que quisemos experimentar!
Cá estão as amêndoas... Na verdade, são muito parecidas com as amêndoas da Páscoa que se compram em Portugal, aquelas com açúcar castanho à volta. A diferença é que estas ainda vinham quentinhas!
Os barquinhos que andam pelos canais.
O Fulton Market, que com muita pena minha, já não tive oportunidade de ver por dentro. Pelo que li, para além do mercado em si, também tem restaurantes, galerias de arte e lojas mais alternativas. Fica para a próxima...
Eu diria que a arquitectura é mesmo a imagem de marca de Chicago.
Estas torres foram projectadas pelo mesmo arquitecto da foto anterior.
Dá para perceber as semelhanças! 
Durante muitos anos, este edifício serviu de câmara frigorífico para carne e nessa época não tinha uma única janela!
Quem diria?!
É engraçado ver estes prédiozinhos mais modestos no meio de torres megalómanas! 
No Navy Pier, já ao cair da noite.
A roda gigante!
O restaurante onde jantámos...
Crab cake!
Espetadinhas de camarão...
Camarão frito mega picante!
O tão esperado momento do fogo de artifício!
Mais fogo de artifício!
E o grande final!
Acabámos a noite na "House of Blues"!
Os vários concertos e espectáculos da "House of Blues".
Musiquinha ao vivo!
In the House of Blues!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Chicago - Day 1

Apelidada de "Windy City", "The City of Big Sholders" ou "Second City", a cidade de Chicago é conhecida pelas histórias de Al Capone, pela  música Blues, pela sua costa, proporcionada pelo Lago Michigan que mais parece um oceano, pelas suas "estradas" de água onde os barcos passeiam os turistas...
Em Chicago não há espaço para dietas. Sendo uma cidade de gente trabalhadora, daí o termo "Big Shoulders", come-se bem e em grandes doses! Em 1871, Chicago foi devastada por um incêndio que destruiu quase toda a cidade. Houve quem dissesse que nunca se ia reerguer. Mas a verdade é que, graças ao trabalho árduo de homens fortes, muitos deles imigrantes, Chicago renasceu das cinzas em poucos anos e tornou-se um marco arquitectural, com arranha-céus que desafiam as leis da gravidade.
Por lá vê-se mais obesidade, mais pobreza, menos polícia, é mais fácil perdermo-nos porque as ruas não têm números, como aqui em Nova Iorque. Chicago, a meu ver, é uma cidade americana mais genuína, com menos estrangeiros, as pessoas não andam tão apressadas e são mais afáveis. Foram várias as vezes em que nos perguntaram se precisávamos de ajuda, se estávamos perdidos.
Como só íamos estar lá três dias, optámos por comprar o City Pass, que inclui a entrada em cinco sítios diferentes, daqueles mais visitados e turísticos. No primeiro dia decidimos ir ao Shedd Aquarium. Como não tínhamos noção das distâncias, fomos a pé, o que foi bom porque deu para conhecer logo um pouco da cidade, mas acabámos por demorar quase duas horas a chegar ao destino, não só porque era longe mas também porque estávamos sempre a parar para ver tudo.
O Aquário é uma delícia! Tem espécies aquáticas que nunca mais acabam, um pequeno filme, um espectáculo com baleias belugas e um leão marinho, um terraço com uma vista fantástica... Enfim, é muito fácil perdermos noção do tempo lá dentro. Quando saímos, os restantes museus já estavam a fechar. Sim, porque em Chicago os museus fecham entre as cinco e seis da tarde! 
Optámos por ir à Willis Tower, a mais alta de Chicago e dos EUA. Quando foi construída era o maior edifício do mundo, superando até as Torres Gémeas de Nova Iorque, e assim se manteve durante 25 anos, até terem surgido as Petronas Towers, em Kuala Lumpur. 
Pelo caminho, passámos pelo Grant Park, onde estava a decorrer o "Taste of Chicago", uma feira gastronómica, e pelo Millennium Park, onde está o famoso feijão gigante espelhado. A obra chama-se Cloud Gate e é da autoria de Anish Kapoor.
Quanto à Willis Towers, apesar de ser o edifício mais alto de Chicago, posso garantir-vos que não tem a melhor vista da cidade... No entanto, tem outra coisa interessante: umas espécies de varandas em vidro onde parece que estamos a pairar no ar, já que conseguimos ver o chão por baixo dos nossos pés. É uma experiência engraçada, mas pouco recomendável para quem tiver problemas com alturas!
Foi na Willis Tower que a bateria da minha máquina fotográfica decidiu morrer! Eu, descansadinha da vida, a pensar que tinha a outra bateria na mala, comecei a tirar tudo lá de dentro, apenas para chegar à conclusão de que a tinha deixado no hotel... 
Nessa noite, fomos jantar ao Lou Malnati's, o restaurante com as melhores "deep-dish pizza", segundo os próprios 'Chicaguenses', pelo menos foi o que li numa reportagem. Quanto a fotos da pizza, não há... Ou melhor, há, mas estão na máquina do meu Mr. Big e ele ainda não mas enviou.
Confesso que não fiquei fã da "deep-dish pizza". A massa é mais alta e com abas, fazendo lembrar uma quiche com recheio de polpa de tomate, queijo e carne. Continuoa preferir as pizzas do Lombardi's aqui em Nova Iorque, as melhores do mundo!
Chegámos a Chicago quinta-feira à noite. Como já era tarde, não deu para fazer grande coisa. Já nem os restaurantes estavam abertos, por isso acabámos por ir para o hotel, até porque queríamos acordar cedo no dia seguinte.
Nem de propósito, a revista do avião trazia uma reportagem bem interessante sobre Chicago e ainda tirámos algumas ideias de lá sobre sítios a não perder.
Ah... O pequeno-almoço do hotel! Como não tínhamos jantado, acordámos cheios de fome!
E depois da frutinha com cereais e iogurte, não resisti a esta tentação! Um belo cinnamon roll com o café!
Um dos muitos sítios por onde passámos a caminho do Shedd Aquarium.
O Shedd Aquarium! Neste momento tem uma exposição temporária sobre alforrecas! Sei de uma certa pessoa que teria pesadelos depois de ver esta exposição... Não é Irina?
E a longa fila para comprar bilhetes! A nossa sorte é que tínhamos o City Pass, e pudemos passar à frente desta gente toda! Eh eh... Só por isso, já vale a pena comprar o City Pass!
Uma rã minúscula azul e venenosa!
Uma rã minúscula amarela!
Estrela do mar!
O Nemo!
Uma iguana sorridente!
É quando estamos rodeados por aquários infestados de tubarões que desejamos que não haja um terramoto capaz de partir os vidros!
Com água a toda a volta!
Almocinho na cantina do Shedd Aquarium. Sopa de tomate que sabia a polpa de tomate com ervinhas misturadas...
E um panini de legumes que até nem estava mau!
Em Chicago, tudo leva um pepino pickle a acompanhar!
O mundo das alforrecas!
Alforrecas para todos os gostos!
Mais alforrecas!
Estas alforrecas fazem de conta que são ervinhas para apanhar as suas vítimas!  
Estas acumulavam-se num aquário por cima das nossas cabeças!
Também há alforrecas gigantes! Esta é apenas uma recriação, mas elas existem mesmo!
As crianças adoram o Shedd Aquarium! Porque será?!
Hora de alimentar os pinguins!
Uma baleia beluga!
O espectáculo das belugas, uma delas a dar banho à tratadora!
Este leão marinho tinha um cheirinho a peixe que era de cair para o lado!
Um mergulhador dentro do aquário!
Depois de sairmos do Shedd Aquarium encontrámos uma feira gastronómica no Grant Park! A sorte é que tínhamos almoçado há pouco tempo!
Barraquinhas de comida e muita gente a experimentar os sabores de Chicago!
Esta barraquinha pertencia ao BJ's Market... BJ's?! Seriously?! Lindo!
Que bem que se estava neste relvado do Millennium Park...
Se dúvidas restassem...
The Bean, como é conhecido!
Mary em versão "Mrs. Bean"!
O El lá ao fundo, que é como quem diz, o "Elevated Train". 
A chegar à Willis Tower.
É tão alta que quase não cabe na foto!
A altura da Willis Tower é equivalente a 283 Barack Obamas.
A última foto que tirei no 1º dia...
Depois a bateria foi-se! Shame on me!!!

1081 fotos depois...

Finalmente, consegui acabar de ver e seleccionar todas as minhas fotos de Chicago. Ainda me faltam as que estão na máquina do meu Mr. Big, mas isso agora só quando ele regressar.
Das 1081 fotos que tirei, já apaguei cerca de 300.
Sobram-me perto de 800 fotos e a difícil tarefa de escolher as que vêm aqui para o aMARYcan Life...
Wish me luck...
Mas para já, fica esta amostra dos cenários fantásticos que Chicago nos oferece!
No Shedd Aquarium, com uma vista de cortar a respiração para Chicago!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Back from Chicago!

Acabei de chegar a casa, sozinha. O meu Mr. Big ficou por terras Chicagenses (presumo que não seja este o termo correcto, mas acho piada à palavra) e lá estará até ao final da semana.
Entretanto, o que é que eu tenho a dizer sobre Chicago? 
Pois que adorei! É uma cidade consideravelmente mais calma do que Nova Iorque, muito mais barata do que a Big Apple (um grande ponto a favor), tem as melhores panquecas que alguma vez provei e os Chicaguenses (mais uma vez, termo possivelmente errado, mas que me causa um sorrisinho) são uma simpatia! Nada a ver com estas gentes apressadas aqui de Manhattan!
Se eu era capaz de lá morar? Sim, mas só durante o Verão! Há aquela brisa agradável que se sente junto de água! Mas no Inverno faz lá frio a sério, e eu já me vejo grega para aguentar o 'friozinho' de NYC!
Agora vou dormir, mas tirei tantas fotos que isto promete... Agora o difícil será fazer a selecção! 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Em Chicago!

Se tudo correr como previsto, a esta hora estou a aterrar em Chicago para um fim-de-semana em grande!
Ah... A maravilha dos posts agendados!