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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

The King's Speech - Colin Firth e os Globos de Ouro

Ontem fomos ver o The King's Speech, e o momento não podia ter sido mais oportuno! Afinal, horas depois Colin Firth ganhava o Globo de Ouro pela sua fantástica interpretação como rei George VI de Inglaterra, nada mais nada menos do que o pai da actual rainha Isabel II. Para quem não sabe, tal como eu não sabia, este rei tinha um problema de gaguez e o filme retrata precisamente a sua luta para ultrapassar esta dificuldade, com a ajuda de um terapeuta muito pouco convencional.
Não só Colin Firth está excelente no papel, como também o filme é cinco estrelas! Pode parecer, à partida, um filme maçador, mas acreditem que vale a pena. Tem momentos de humor deliciosos!
Ainda sobre os Globos de Ouro, a minha adorada Natalie Portman também foi uma das vencedoras! Com muita pena minha, o Johnny Depp, que estava nomeado com duas interpretações, a de Chapeleiro em Alice no País das Maravilhas e com O Turista, acabou por não ganhar nenhum deles... Mas sejamos realistas, nenhum dos papeis era assim fora de série... 
A Rede Social foi o grande vencedor da noite, com os prémios de melhor filme e realizador, entre outros. 
Na animação, ganhou Toy Story.
Conclusão: os Globos de Ouro costumam funcionar como uma ante-visão dos Oscars, o que significa que tenho cerca de um mês e meio para ver todos os filmes nomeados e galardoados para poder fazer as minhas apostas! Mas, desde já, as minhas fichas continuam na Natalie Portman e no Colin Firth...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A mudança de signos...

Aparentemente, a notícia caiu que nem uma bomba e anda por aí muita gente com crises existênciais. Mas para mim, continua tudo na mesma... 

Eu sempre me identifiquei com o meu signo - Peixes - e não podia estar mais certa! Mesmo com as alterações, para mim continua tudo na mesma!

Para festejar, aqui fica uma bela fotografia da montra da Louis Vuitton, com uns peixinhos todos catitas...

Já o meu Mr. Big, quer-me parecer que não vai gostar muito do que aconteceu ao signo dele...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A foto que está a causar polémica por aqui!

A polémica da manhã aqui nos belos programinhas televisivos baseia-se nesta foto:
Foto retirada do site http://coverpage.onsugar.com/
Mas qual o motivo de tanta polémica, perguntais vós?!
É que esta boazona modelo da Victoria Secret, Stephanie Seymour, acreditem ou não, é mãe do rapazito que aparece nesta mesma foto...
E isto, senhoras e senhores, está a provocar uma onda de comentários maldosos aqui nos media Nova Iorquinos...

O Supermercado Seabra, um oásis de produtos portugueses!

Depois das sugestões da minha professora de inglês, eu e o meu Mr. Big decidimos ir explorar o Seabra Supermarket, em Newark! Ainda andámos por lá meio perdidos, mas ao fim de algumas indicações conseguimos dar com o sítio. E valeu a pena porque aquele corredor de produtos portugueses é uma verdadeira mina de ouro! Até pudim flan Mandarin trouxe de lá! E tremoços, que por cá se chamam "lupini beans"... E atum Bom Petisco... E azeite Galo... E farinha branca de Neve... E café Sical... E Sumol laranja... E carcaças... E pasteis de nata, de côco, de feijão, bolas de Berlim bolos de arroz e pirâmides...
Bom, podia continuar nisto mais um bocado, porque havia muito mais no nosso carrinho, mas já dá para ter uma ideia. Quando estamos longe, sentimos falta das coisas mais simples, e ficamos felizes da vida com algo tão simples como tremoços! 
No Seabra, a maior parte das pessoas, clientes e funcionários, fala português. Por lá, vende-se a Nova Gente e a Mulher Moderna Culinária, o senhor do talho tem bigode e na secção de frescos há embalagens de couve migada em caldo verde. Na minha opinião, só falta uma coisa no Seabra: uma boa selecção de vinhos portugueses! 
Não é difícil imaginar que, mal chegámos ao carro, começámos a devorar bolos! Eu agarrada à minha pirâmide, melhor do que muitas que já comi em Lisboa, e o meu Mr. Big ao seu bolo de arroz... 
Quando comecei a olhar para os carros estacionados à volta do nosso, imaginem o que a maioria tinha em comum?!... Um terço de Nossa Senhora de Fátima no espelho retrovisor! 
E mesmo em frente ao Seabra o que é que há? A TAP, pois claro!
O Seabra Supermarket, na Lafayette Street, em Newark.
A nossa caixinha de bolos, aberta logo no parque de estacionamento!
A TAP, mesmo em frente ao Seabra.
Estes são os produtos portugueses que trouxemos de lá!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O aMARYcan LIFE tem 100 seguidores?! Wow...

Pois é, esta pequena sala de estar cibernética chegou aos 100 seguidores! Estou, simultaneamente, feliz e perplexa... 
Obrigada a todos os que passam por aqui e, de certa forma, me fazem companhia!
Em forma de agradecimento, ficam umas fotos da neve que tem caído por aqui!
Neve!
Mais neve!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sábado foi "Disco Night"!

Desde que vim para Nova Iorque, ainda não tinha ido dar o meu pezinho de dança à noite! Por isso, no sábado decidimos ir sair e experimentar uma das discotecas da cidade. Como não temos grandes referências, acabámos por ir ao "Pacha NYC" porque o meu Mr. Big já tinha estado no "Pacha" de Ibiza.
Sinceramente, não sei se por cá é considerada uma boa discoteca ou não, mas a verdade é que a minha vontade de lá voltar é zero... Meu rico Lux! Minha linda Kapital, nos seus tempos áureos! Meu querido Urban Beach! Meu incomparável Konvento! Que saudades das fantásticas "disco nights" de Lisboa, cheias de estilo! Acredito que por aqui também haja espaços ao mesmo nível, mas, seguramente, o "Pacha" não é um deles... 
Quando chegámos lá, eu e o meu Mr. Big todos catitas, deparámo-nos com um amontoado de gente mal vestida! Eles de ténis e calças ao fundo do rabo, elas com túnicas a fazer a vez de vestido, sem collants e com as pernas cheias de celulite! Um cenário um pouco deprimente... Mas já que estávamos ali, avançámos para a fila. 
Depois de uns bons 20 minutos ali ao frio, lá conseguimos chegar à entrada, onde tivemos de mostrar a nossa identificação. Pensávamos nós que o tormento tinha acabado quando nos deparámos com uma nova fila, ainda mais caótica, para comprar entradas e dar os nomes para a guestlist. Ali ficámos mais um bocado, todos ao monte. Passada mais essa provação, conseguimos entrar na discoteca. O meu primeiro pensamento foi "tanta coisa para isto?"... A pista já estava completamente cheia e o primeiro andar, onde nós estávamos não demorou muito mais tempo a ficar igualmente superlotado. Este primeiro andar funciona como uma espécie de varanda, aberto no centro e com vista para a pista.
A música, a cargo de um tal DJ "Laidback Luke" até nem estava má quando chegámos, mas à medida que a noite foi avançando, o som foi-se tornando cada vez pior... Às tantas, aquilo já só me parecia barulho de carrinhos de choque.
Uma das minhas curiosidades era assistir a um fenómeno que eu considero simultaneamente interessante e deprimente: a Hora do Desespero! Essa é aquela fatídico momento da madrugada em que toda a gente já está com um grande andamento e quer arranjar, desesperadamente, alguém com quem passar um bom bocado. 
Em Lisboa, a Hora do Desespero costuma começar por volta das cinco da manhã. Aqui, a coisa começou mais cedo, o que é normal porque a discoteca em si também abriu as portas às 10 da noite... Por volta das três e meia, era ver as miúdas completamente descontroladas e eles a tentarem a sua sorte, pareciam abelhas de volta do mel... Às tantas, olho para o lado e estava um casal em grandes amassos, a tal ponto que se aquilo fosse um filme, tinha de ter bolinha vermelha no canto superior direito... O mais engraçado foi quando ela o deixou pendurado para ir dançar com as amigas!  
O ponto alto da noite foi quando topei uma rapariga a fazer um charro, toda contente, a achar-se uma grande maluca! Até que, quando estava a tentar acendê-lo, deixou-o cair para a pista! Ri-me tanto!
Também gostei muito de assistir ao fenómeno "cyber-disco", ou seja, aquele pessoal que vai sair à noite e em vez de dançar, está o tempo todo agarrado ao Blackberry ou ao iPhone, a mandar emails e a pôr fotos no facebook!
Apesar da fraca qualidade da foto, o que é suposto ver-se aqui é a pista cheia de gente.
Aqui dá para perceber minimamente como é o andar onde nós estávamos e a tal abertura no meio de onde dá para ver a pista. Volta e meia, era lançado gelo em forma de spray, fazendo este efeito de fumo, arrefecendo também um pouco o ar abafado que se sentia dentro da discoteca.
Cá fora, na fila, à espera...

Como as fotografias não ficaram grande coisa, devido à falta de luz do espaço, fica um pequeno vídeo de 30 segundos. Assim, também podem ter uma ideia do estilo de música que estava a passar.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A minha primeira Ópera!

Para encerrar da melhor maneira a Quadra Natalícia, na noite de Reis eu e o meu Mr. Big fomos à Ópera ver a Flauta Mágica, de Mozart.
Foi a minha primeira ida à Ópera e apesar de ter gostado muito, acho que não fiquei fã... 
Claro que há que reconhecer a qualidade deste tipo de espectáculo, de quem o compôs, brilhantemente, da orquestra, dos cantores líricos, mas não mexeu comigo como mexe o ballet. Sei que ao meu Mr. Big o ballet não diz tanto como a mim, mas por isso é que gostos não se discutem...
Voltando à Ópera, a Flauta Mágica é uma história meio cómica, meio dramática de um príncipe que vai salvar a sua princesa, mas que pelo meio tem de enfrentar algumas provações para no final alcançarem juntos o típico "happy ever after"... Ou seja, a história em si é um bocado parva, mas o que é que isso interessa?! O Mozart não ficou conhecido como escritor e sim pelo seu incomparável talento musical! E a verdade é que naquela época as obras eram feitas quase a metro, como hoje as telenovelas. Afinal, não havia muito para a corte fazer, além da caça, da missa e dos espectáculos artísticos... Por tudo isso, é claro que temos de dar o devido valor a um tipo de arte tão rico e poderoso como a Ópera! 
Também já me disseram que as Óperas trágicas são mais cativantes... Como tal, lá teremos de ir assistir a mais umas quantas para eu poder ter uma opinião mais sólida. Oh, que chatice...
The Metropolitan Opera of New York.
A entrada.
Os candelabros, lindos e enormes!
A escadaria em caracol da Ópera. Há uma cena no filme Closer que foi filmada aqui.
Os varandins dos vários pisos e, em baixo, o restaurante.
Até tivemos direito a champanhe!
Um dos pisos do edifício está decorado com fotografias antigas de diferentes óperas e artistas.
Algumas das fotos expostas no edifício da Ópera.
Uma espécie de 'Hall of Fame'.
Na sala de espectáculos, antes da Ópera começar.